Eugenics 102: Wesley J Smith on Killing Babies, Compassionately

A eugenia teve o seu climax na Alemanha nazista, mas a ideologia que levou ao seu surgimento continua viva. Idéias como esta são o produto esperado de uma sociedade onde conceitos morais absolutos foram substituídos pela idéia da sobrevivência dos mais fortes.

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O darwinista Jerry Coyne, escrevendo para a revista Nature uma crítica sobre o livro de David Mindell, “The Evolving World: Evolution in Everyday Life” (Harvard, 2006), admite que o darwinismo não tem utilidade nenhuma, na citação reproduzida abaixo, e traduzida assim:

“Até certo ponto, os excessos cometidos por Mindell não são sua culpa, verdade seja dita, o evolucionismo não têm sido capaz de produzir nenhum resultado prático ou comercial. Bactérias evolvem resistência à drogas, o que nos força a desenvolver contra medidas, mas isto é tudo que podemos concluir. A teoria da evolução não é capaz de nos ajudar a prever os tipos de vacinas que precisamos produzir porque micróbios evoluem de maneira imprevisível. Mas não é fato que a evolução nos ajuda a guiar a reprodução controlada de plantas e animais? Não é o caso. A maioria dos avanços na reprodução de plantas e animais ocorreu muito tempo antes da teoria da evolução, e vieram através de pessoas usando o princípio genético de “seres vivos reproduzem e geram seres vivos do mesmo tipo”. Mesmo hoje em dia, como os próprios entendidos admitem, o campo da genética quantitativa tem auxiliado pouco na criação de novas variedades. Os avanços futuros virão mais provavelmente do campo dos transgênicos, que não tem nada a ver com a teoria da evolução.”

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Waterfowl fossils fill in a big missing link

O artigo apresenta fósseis de aves, datados de 100 milhões de anos, como mais um elo perdido no quebra-cabeças evolucionário da transição entre dinossauros e aves. Aparentemente trata-se de mais uma evidência do processo de evolução darwinista.

O que nos chama a atenção é que esta descoberta apresenta problemas enormes para a fé darwinista.

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Este artigo é mais um exemplo de como evolucionistas usam fatos e os interpretam em favor de sua teoria: “An Evolution Saga: Beach Mice Mutate and Survive

Neste caso é apresentada a incrível capacidade de adaptação de uma espécie de rato encontrada nas praias do Golfo do México, no estado da Flórida. Cientistas isolaram a mutação genética que controla a cor da pelagem e que confere ao animal uma coloração semelhante a das areias onde vive. Tal característica o permite se camuflar de predadores, conferindo uma vantagem de sobrevivência.

Os fatos dignos de nota acabam por aí. O resto do artigo é pura especulação sem base científica de que esta adaptação é evidência de que o mesmo mecanismo leva ao surgimento de novas espécies. A única forma de um rato se transformar em algo diferente de um rato seria uma mutação genética que criasse nova informação partindo do nada.

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No artigo “Evolution and Me“, Eu e a Evolução, George Gilder descreve a trajetória que percorreu para chegar a conclusão de que o darwinismo é um beco sem saída intelectual. O autor, como a maioria de nós, começa como um sincero evolucionista e ao longo do tempo percebe que a teoria desemboca em contradições insuperáveis.

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De onde vem a idéia de que rochas levam milhões de anos para se formar? Não da química ou qualquer outra ciência. Petrificação rápida é um processo bastante comum e observado naturalmente no mundo inteiro.

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Anthony Flew é um filósofo Inglês reconhecido como grande defensor do ateísmo. Em 2004, depois de analisar a evidência, declarou que alguma forma de deidade deve existir.

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