Mais um exemplo equivocado de evolução

7/07/06

Este artigo é mais um exemplo de como evolucionistas usam fatos e os interpretam em favor de sua teoria: “An Evolution Saga: Beach Mice Mutate and Survive

Neste caso é apresentada a incrível capacidade de adaptação de uma espécie de rato encontrada nas praias do Golfo do México, no estado da Flórida. Cientistas isolaram a mutação genética que controla a cor da pelagem e que confere ao animal uma coloração semelhante a das areias onde vive. Tal característica o permite se camuflar de predadores, conferindo uma vantagem de sobrevivência.

Os fatos dignos de nota acabam por aí. O resto do artigo é pura especulação sem base científica de que esta adaptação é evidência de que o mesmo mecanismo leva ao surgimento de novas espécies. A única forma de um rato se transformar em algo diferente de um rato seria uma mutação genética que criasse nova informação partindo do nada.

Clarificando uma vez mais: Não existe absolutamente nenhum caso de mutação que crie nova informação genética. NUNCA aconteceu. Não está acontecendo na natureza. Não acontece em laboratórios no mundo inteiro onde o assunto tem sido exaustivamente pesquisado. A evidência experimental é que ratos nunca deixam de ser ratos, não importa qual seja a taxa de mutação. O mesmo ocorre com todas as expécies de animais.

Variações como cor da pelagem, olhos, tamanho, etc, são resultado de mutações que provocam a manifestação de características pré-existentes no genoma do animal. Mutações não introduzem informação genética nova.

O artigo ainda menciona a existência do mesmo gene em outros animais. Este fato não é prova de que estes animais evoluíram de um ancestral comum. A evidência apenas demonstra que estes animais foram criados usando os mesmos planos de engenharia genética. Esta evidência não revela nada sobre a ORIGEM desta similaridade.

O mesmo argumento pode ser usado para a suposta semelhança de 99% entre o genoma do ser humano e do chimpanzé, também mencionado no artigo. Este assunto, no entanto, merece um tratamento separado devido à incrível quantidade de informação equivocada, publicada e divulgada por propagandistas do darwinismo.

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