Este artigo é mais um exemplo de como evolucionistas usam fatos e os interpretam em favor de sua teoria: “An Evolution Saga: Beach Mice Mutate and Survive

Neste caso é apresentada a incrível capacidade de adaptação de uma espécie de rato encontrada nas praias do Golfo do México, no estado da Flórida. Cientistas isolaram a mutação genética que controla a cor da pelagem e que confere ao animal uma coloração semelhante a das areias onde vive. Tal característica o permite se camuflar de predadores, conferindo uma vantagem de sobrevivência.

Os fatos dignos de nota acabam por aí. O resto do artigo é pura especulação sem base científica de que esta adaptação é evidência de que o mesmo mecanismo leva ao surgimento de novas espécies. A única forma de um rato se transformar em algo diferente de um rato seria uma mutação genética que criasse nova informação partindo do nada.

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No artigo “Evolution and Me“, Eu e a Evolução, George Gilder descreve a trajetória que percorreu para chegar a conclusão de que o darwinismo é um beco sem saída intelectual. O autor, como a maioria de nós, começa como um sincero evolucionista e ao longo do tempo percebe que a teoria desemboca em contradições insuperáveis.

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